Academia escolhe Deserto Particular para representar o Brasil no Oscar

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou que o longa-metragem Deserto Particular, de Aly Muritiba, vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria Melhor Filme Internacional no Oscar® 2022. O filme, protagonizado por Antonio Saboia, retrata a história de Daniel, um policial exemplar que comete um erro e é afastado de sua função, colocando sua carreira e honra em risco.

Sua única alegria é Sara, moradora do sertão da Bahia, com quem se relaciona virtualmente. Não vendo mais sentido em continuar vivendo em Curitiba, ele parte em busca de Sara após seu desaparecimento. Além de Saboia, estão no elenco Pedro Fasanaro, Thomás Aquino, Cynthia Senek e Laila Garin. O longa tem roteiro assinado por Aly Muritiba e Henrique Dos Santos; produção da Grafo e da Fado Filmes e distribuição da Pandora Filmes. A previsão de estreia nos cinemas é novembro de 2021.

Em reunião virtual realizada nesta manhã, o filme foi selecionado pelo Comitê de Seleção, composto por profissionais do audiovisual indicados pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais – única entidade responsável pela seleção junto à Academy of Motion Picture, Arts and Sciences (AMPAS). Presidido por Leonardo Edde (produtor e diretor), o comitê foi composto por Allan Deberton (produtor, diretor e roteirista), Belisário Franca (produtor e diretor), Felipe Lacerda (montador), Luiz Zanin (crítico de cinema), Paula Barreto (protutora) e Virginia Cavendish (atriz e produtora).

“Foi uma escolha difícil. Ficamos entre alguns filmes, considerando cinematografia, temas. Por fim, chegamos a um consenso. É sempre uma escolha difícil quem representa o Brasil pro mundo. Tivemos excelentes filmes inscritos, com uma representação muito diversa da cinematografia brasileira, de diferentes estados, e todos eles muito engajados. Deserto Particular traz um tema muito importante: como o amor pode ser um agente de transformação. É disso que o mundo precisa hoje”, afirma Leonardo Edde.

 

“Foi uma escolha difícil. Ficamos entre alguns filmes, considerando cinematografia, temas. Por fim, chegamos a um consenso. É sempre uma escolha difícil quem representa o Brasil pro mundo. Tivemos excelentes filmes inscritos, com uma representação muito diversa da cinematografia brasileira, de diferentes estados, e todos eles muito engajados. Deserto Particular traz um tema muito importante: como o amor pode ser um agente de transformação. É disso que o mundo precisa hoje”, afirma Leonardo Edde.

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Com informações da assessoria de imprensa.

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