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Começou na última segunda-feira (25) a terceira edição do Festival de Cinema de Macaé, no Rio de Janeiro, que selecionou esse ano 45 curtas-metragens dos mais variados gêneros, do terror ao romance, das animações aos experimentais. As exibições  gratuitas, a distribuição de guaraná e pipoca na praça central da cidade, e a valorização do voto popular garantem o total caráter democrático do evento.

A programação se divide em duas mostras. A primeira, Panorama Nacional, destaca a coprodução “Le Maitre”, com filmagens em Paris; “Camas Separadas”, do espanhol Ruben Serrá, e “Noite Perdida”, que esteve em Cannes. Também serão apresentados o thriller sobre homofobia “Feriado” e “A Guerra dos Gibis” (foto), que retrata a perseguição aos quadrinhos eróticos produzidos nos anos de Ditadura no Brasil.  Já a segunda mostra tem por objetivo apresentar a produção audiovisual da região. “Visões Macaenses” e “Lagos” abre espaço para curtas-metragens do Norte Fluminense.

Serão oferecidos cinco troféus para as seguintes categorias, e um prêmio especial para animações, além de premiação em dinheiro: Melhor Curta Ficção Nacional, Melhor Curta Documentário Nacional, Melhor Direção, Melhor Curta Documentário, Melhor Curta Ficção e Prêmio Especial para Melhor Animação.

Na noite de hoje (27), serão apresentados “O Menino Que Sabia Voar”, animação que já rodou Festivais em Cuba, México e Portugal; “DNA Para Voar”, um documentário que registra o primeiro salto de paraquedas de três gerações na América Latina; “Piove, Il fim di Pio”,  documentário premiado sobre o cineasta Pio Zamuner, que dirigiu alguns sucessos de Mazzaropi e faleceu em 2012, e “Satúrnica”, ficção premiada em festivais no México e Índia,  tem como tema central as diferenças de cada um. A programação completa pode ser vista no site oficial.

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